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Ah! Elis, que paixão...
Essa tua voz
de macio diamante
rasgando minhas veias
essa lágrima em dó menor
lascivamente molhando tua boca
e esse timbre mágico
corroendo um resto de esperança.
Essa mulher cósmica,
cômica,
alegremente triste
miúda e estranha
muda o lado do coração
em meu peito
feito menino
que pela primeira vez vê moça nua!
E a saudade, Elis
e o soluço, Elis
e a paixão explode nova
e como sempre dói
como sóe doer
a desesperança de vida
dessa pobre menina
morta entre um agudo
que comove o verso torpe
e uma porção de cocaína...
Adorei, Caio!
ResponderExcluirGostamos de algumas coisas em comum. Duas delas: crônicas e Elis!!!Bjs
É, Caio...Elis faz falta mesmo... Inda bem que, em sendo cósmica, continua firme em nossos corações.
ResponderExcluirLindíssimo poema!
Beijos
Márcia