Escrever é ofício árduo, dífícil e, quando não, arriscado. Da interminável e densa e intensa batalha entre memória e história, o que resta são palavras. Só palavras.
Serão eventualmente garimpadas nos escombros do futuro. Estão convidados, porém, a revirar hoje o blogue pelo avesso.
2 de fev. de 2012
ODÓ ÌYÁ, YÈYÉ OMO EJÁ!
Caio Martins
Iemanjá,
ser do mar
ser de amar
mareia:
Yèyé omo ejá! Sereia...
Alabê do Ketu
Axogun aquieto
as fúrias do Orun,
Ogun no Àyié!
Na busca da excelência aprende-se mais com os inimigos que com os amigos. Estes festejam todas nossas besteiras e involuímos. Aqueles, criticam até nossos melhores acertos e nos superamos.
Uma graça este poema, Caio. Tuitei para entrar no jornal de hoje...
ResponderExcluirBeijos
Márcia