Escrever é ofício árduo, dífícil e, quando não, arriscado. Da interminável e densa e intensa batalha entre memória e história, o que resta são palavras. Só palavras.
Serão eventualmente garimpadas nos escombros do futuro. Estão convidados, porém, a revirar hoje o blogue pelo avesso.
Pois, Mestre Jorge, em 1999 fiz uma exposição na "Fundação Pró-Memória" de São Caetano do Sul, com quarenta poemas aplicados sobre imagens em tamanho A3 (420mm de altura e 297mm de largura). Chamou-se "Mulheres, imagens e poemas", e está em projeto de edição até hoje, devido o custo de impressão(quatro cores+verniz). Qualquer hora, publico algum deles, em que pese o espaço, aqui, ser restrito. Quanto às quadras, tenho várias, mas terminam incorporadas em poemas de maior fôlego. Abraços, compadre!
Na busca da excelência aprende-se mais com os inimigos que com os amigos. Estes festejam todas nossas besteiras e involuímos. Aqueles, criticam até nossos melhores acertos e nos superamos.
Fica muito interessante colocar poemas em imagens, principalmente estas tão sugestivas...
ResponderExcluirAbraço,
Jorge
Gostei da inovação, Caio. Você não costuma fazer quadras, é a primeira que leio. E gosto, convém dizer.
ResponderExcluirAbraço,
Jorge
Pois, Mestre Jorge, em 1999 fiz uma exposição na "Fundação Pró-Memória" de São Caetano do Sul, com quarenta poemas aplicados sobre imagens em tamanho A3 (420mm de altura e 297mm de largura). Chamou-se "Mulheres, imagens e poemas", e está em projeto de edição até hoje, devido o custo de impressão(quatro cores+verniz). Qualquer hora, publico algum deles, em que pese o espaço, aqui, ser restrito. Quanto às quadras, tenho várias, mas terminam incorporadas em poemas de maior fôlego. Abraços, compadre!
ResponderExcluir