12 de set de 2012

Arlequim

Caio Martins

Para Márcia, MIlton e Jorge
















(img: cvm - farofa03-2001)

Não darei definições;
já nada explico ou justifico
do que faço.

Apenas trago as mãos
plenas de silêncios, cansaço
cicatrizes, calor de luta,
a ternura de um abraço.

Enfim, amigos,
sempre fui e seguirei
sendo assim mesmo...

Meio anti-herói
meio palhaço!



Carinhoso - de Pixinguinha, com Marisa Monte e Paulinho da viola.




4 comentários:

  1. Que felicidade me ter tornado amigo deste "anti-herói, meio palhaço", homem de tanta dignidade diante dos fatos desta Vida, o sensível Caio Martins.

    Grande abraço, m'irmão.
    Jorge

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    1. A recíproca é verdadeira, Jorge! É baita privilégio ser seu amigo e parceiro nas lides desta vida. Abração, marujo!

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  2. Nada há que ser explicado. Basta o abraço terno, o silêncio dos sábios. É uma honra ser sua amiga, pois que além da sensibilidade você é uma pessoa rara, Caio.
    Obrigada, querido amigo!

    Um terno abraço

    Márcia

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    1. Márcia, diria o poeta que "de tão raro/raramente me encontro..." De aí o valor de ter encontrado - mesmo que tardiamente - pessoas da sua dimensão humana. Só isso... do resto, entende o silêncio dos sábios. Abraço terno, gratidão por sua existência.

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Na busca da excelência aprende-se mais com os inimigos que com os amigos. Estes festejam todas nossas besteiras e involuímos. Aqueles, criticam até nossos melhores acertos e nos superamos.

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